Downton Abbey #série

Ainda me sentindo órfã de série mulherzinha, resolvi assistir ao seriado Downton Abbey no Netflix. Eu já tinha visto algumas partes desse seriado quando passava no canal GNT, mas como não assisti do começo não entendia coisa nenhuma. Assistia pelo encanto de ver aquele cenário, roupas, povo bonito, tudo em uma só série. 


E me deu mais vontade de assistir depois que comecei a ler o livro Os Buddenbrooks do Thomas Mann que narra a decadência de uma família alemã em 4 gerações começando nos anos de 1850. Então o seriado Downton Abbey também relata uma história de uma família aristocrática inglesa e os seus criados, me senti dentro do mesmo universo. Tudo bem que em Downton Abbey começa justamente com a notícia do naufrágio do Titanic em 1912, um pouco depois do livro Os Buddenbrooks, mas tem todo aquele fascínio das roupas, dos relacionamentos, da sociedade aristocrática.

Sinopse: A série é localizada na fictícia Downton Abbey, uma casa de campo de Yorkshire que pertence ao conde de Grantham. Ela retrata a vida da aristocrática família Crawley e os seus criados durante o reinado de Jorge V, no início do século XX. A primeira temporada começa com a notícia do naufrágio do Titanic, em 1912, que tem especial impacto sobre o destino de Downton Abbey. A criadagem da família é vasta e possui um elaborado sistema hierárquico, que passa por criadas, lacaios e mordomos. A segunda temporada se passa entre 1916 e 1919, cobrindo a Primeira Guerra Mundial, e o especial de Natal leva seu enredo para o início de 1920. A terceira temporada decorre entre 1920 e 1921, e a quarta começa em Fevereiro de 1922 e decorre até ao verão de 1923. Wikipédia


Já assisti a primeira temporada toda, que por sinal é maravilhosa! E já estou no segundo episódio da segunda temporada, que na série é o começo da Primeira Guerra Mundial. Apesar de não gostar de temática de guerras, não está focando tanto na guerra. Tem mais o comportamento do ser humano com esse período que mexeu com o mundo inteiro.

O bom dessa série é justamente esse olhar das relações entre os homens. Os relacionamentos entre os criados, patrões, entre casais, irmãos, amigos... Vemos que não mudou tanto assim todas essas convivências entre as pessoas. E o elenco é maravilhoso. Acho o Robert, o pai das meninas, lindo demais, na foto acima é o primeiro. A esposa dele também é lindissima! Aliás, os atores são perfeitos. Estou adorando!! Vi que são 6 temporadas ao todo, espero que continue boa até o fim.

Beijos nobres
Adriana Balreira

Água com açúcar... #filmes

Quem me conhece sabe que não sou muito de assistir à filmes. Acabo dormindo, não tenho muito paciência. Prefiro ler um livro. Mas esse final de semana me deu vontade de assistir uns filmes bem mulherzinha! Acabei de ler o livro "Mr. Mercedes" do Stephen King, rei do terror e suspense, e quis desanuviar minha mente!


Fui no Netflix pesquisar alguns filmes água com açúcar e encontrei o filme Man Up. Filme britânico, logo me animei para ver. Adoro filmes europeus, diferentes. E pela sinopse vi que era bem água com açúcar, do jeito que estava precisando no momento.
Sinopse: Nancy (Lake Bell) tem 34 anos de idade e leva uma vida fracassada no amor. Quando ela viaja a Londres para o aniversário de casamento de seus pais, conhece Jack (Simon Pegg), que confunde Nancy com a garota que ele está esperando para um encontro às cegas. Sem desfazer a confusão, Nancy assume a identidade da garota que Jack esperava, e passa uma ótima noite ao lado do pretendente. Mas uma hora a mentira vai ser descoberta...
Filme bem previsível mas com um humor inteligente. Uma garota de 34 anos, solteira e com uma vida fracassada no amor. Seus pais estão fazendo 40 anos de casados e chegando em Londres para a festa acaba conhecendo Jack na estação de trens, que a confunde com outra garota o qual iria ter um encontro às cegas. Nancy acaba gostando do papo do Jack e não desfaz o mal entendido e finge ser a garota de 24 anos do encontro. Mas uma hora a verdade chega e enfim Jack conhece a garota verdadeira mas já está encantado por Nancy e tenta localiza-la novamente. O filme é quase todo em torno desse encontro e desencontro entre Nancy e Jack. Os dois são super engraçados. Filme leve, rápido e romântico. Eu amei, pois foge um pouco dos filmes americanos que não sou tão fã.

O outro que assisti é também um filme inglês: Dou-lhes um ano, também do Netflix. Esse não gostei tanto como o Man up.
Sinopse: Apesar das diferenças, Nat (Rose Byrne) e Josh (Rafe Spall) parecem felizes casados. Famílias e amigos não concordam e têm certeza que a separação é apenas questão de tempo. Perto de completarem bodas de papel, eles encaram o desgaste da relação e as tentações parecem maiores do que nunca. Será que todos tinham razão?
O casal se casa logo no comecinho do filme e seus parentes e amigos já acham que o casamento deles não completará um ano! Como assim??? Então o filme mostra as diferenças entre eles, Josh um escritor e Nat trabalha como executiva e é bem ambiciosa. Começam aí as diferenças. Quando surgem na vida do casal, a Cloe ex-namorada do Josh e Guy um cliente da Nat super sedutor! Como estão brigando muito, o casal procura ajuda de uma terapeuta, onde as sessões são super engraçadas. Ficamos sem saber se a previsão de não conseguirem completar um ano casados vai ou não se concretizar. Achei fraquinho, fraquinho. Mas deu para divertir e rir um pouco. Mas dos dois filmes gostei mais do Man up.

Já assistiram algum desses filmes? Filmes água com açúcar, daqueles que não precisam pensar, só rir muito e torcer pelos casais. Que coisa melhor?

Beijos doces e românticos
Adriana Balreira

Clube de Leitura Penguin #22 - Morte Súbita

O livro do mês de agosto do Clube de Leitura Penguin de Fortaleza foi o Morte Súbita do autor mexicano Alvaro Enrigue da Editora Companhia das Letras


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Um livro onde Caravaggio e Quevedo se enfrentam em uma quadra de Pela em uma Europa na transição dos século XVI e XVII. A narrativa envolve reis e rainhas, Papas, intrigas nos reinados, conquistas de civilizações da América Central, tudo isso entremeado pelo jogo de tênis entre os dois artistas. Os capítulos são como um jogo de tênis, uma narrando o jogo, outro as intrigas nos reinados, outros as invasões espanholas nos territórios da América Central, outros as orgias entre eles. Narra a decapitação da Ana Bolena, informando-nos como as tranças de Ana Bolena foram usadas para confecção de quatro bolas de tênis, a mando de seu algoz, o francês Jean Rombaud. Nos mostra o México arrasado pelo conquistador e um padre que leu Utopia de Thomas Morus e tenta fazer no México uma cidade utópica. 


Um romance cheio de fatos históricos de uma época de grandes descobertas para a humanidade. Leitura um tanto confusa por esse vai e vem na história. Alvaro Enrigue em uma de suas entrevistas disse que noventa por cento do que se conta no livro é real, inclusive o mais inverossímil. Que o desafio dele foi tornar a História um pouco mais razoável. O autor compara o século XVI com esse nosso que estamos vivendo, foi o início da Globalização no mundo. Livro interessante, para quem gosta de artes e história. 


Ontem no nosso encontro o quadro de presença foi pequeno. Acho pelo fato do livro não ter despertado o interesse da grande maioria. Um autor desconhecido, com uma narrativa diferente. Com uma leitura difícil, pelo vai e vem da prosa. Eu gostei, pois pouco sabia da história do México e dos artistas retratados no livro, como Caravaggio e Galileu Galilei. 

Beijos literários  
Adriana Balreira

Enfim, terminei!! ♥

Nunca fui uma fanática por séries de TV. Nem de acompanhar as séries pela TV. Só lembro de uma série que me fazia parar na frente da TV a Cabo, era a série que passava na Universal Channel:  Brothers and Sisters. Vi todinha e amava. Hoje em dia assisto geralmente pela TV as séries Friends e The Big Bang Theory. Mas quando a Netflix lançou a Gilmore Girls lá fui eu assistir desde o começo.

Lorelai e Luke ♥

Confesso que cheguei a pensar que minha empolgação não alcançaria até a segunda temporada, que iria largar logo. Não ia ter paciência de assistir tudo. Que nada!! Em 1 mês e 15 dias terminei as 7 temporadas, 154 episódios no total! 

Rory e seus namorados: Dean, Jess e Logan
Amei cada episódio. Muito fofa a relação de mãe e filha. Aliás, a série toda é sobre as relações em família, amigos e enamorados. Vários personagens que irei sentir saudades. O recepcionista da pousada da Lorelai, o francês Michel, com seu humor sarcástico e cheio de ironia. O doido do Kirk com seus milhões de empregos. As reuniões das assembleias com o Taylor no comando. As diversas comidas da Sookie na pousada. As brigas e ironias da Lorelai com a Mãe dela. O mau humor da Paris Geller. A amizade da Rory com a Lane. Os muitos namorados da Rory e Lorelai.

Christopher e Lorelay

Fiquei orgulhosa de mim! Em ter começado algo e não ter largado no meio. Pois não sou muito de ver TV, assisto mais programas de culinária mesmo. E assistir a 154 episódios com cada um tendo em média 42 min, é um feito e grande! Pena que acabou, fiquei órfã de uma série bem de mulherzinha. Vocês tem alguma outra nesse estilo para me indicarem?

última cena


Beijos leves
Adriana Balreira

♥ Felicidades!!! ♥

Todos procuram tanto a tal sonhada Felicidade que esquecem de serem felizes e ficarem alegres pelas pequenas coisas, pelos gestos simples. Minha lista de coisas que me fazem feliz é mega extensa. São coisas do cotidiano, que me fazem sorrir! Vou colocar aqui uns itens aleatórios dessas infinidades...


Amo sentir o cheiro do mar! Me descabelar, não me importar se saio bem na foto ou não! Quero ser feliz!! 


É chegar em casa e receber livros! Abrir o pacote e se deparar com o tão desejado livro! Sentir a capa, o cheiro, ler...


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Comer um bolo de chocolate com cobertura de chocolate!! Um pedaço de chocolate no meio da tarde! Pipoca no lanche! 


É escutar cantigas bregas ou não. E cantar junto bem alto, errando a letra, saboreando a canção. Degustar a letra, ser feliz cantando.



É vibrar com o Brasil, com as conquistas das Olimpíadas, me emocionar escutando o nosso lindo Hino Nacional! Torcer muito pelos nossos atletas. 


Sorrir, sempre e com tudo, por tudo. Felicidade é uma mensagem inesperada, uma boa leitura, finalizar uma série de TV, é ver a lua cheia no céu, é saber que alguém lembra de você...É chegar em casa e ser recebido pelo seu pet com uma alegria infinita parece que faz um século que não me ver! Tem sensação mais gostosa??? Felicidade é escrever no blog, deixar um pouco de mim por aqui... 

Beijos mega feliz 
Adriana Balreira

A guerra não tem rosto de mulher - Resenha

Li recentemente o livro Vozes de Tchernóbil da jornalista e escritora Svetlana Aleksiévitch que ganhou o prêmio nobel de literatura do ano passado,amei! E quando a Companhia das Letras lançou o segundo livro dela A guerra não tem rosto de mulher logo quis ler.

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Relatos das mulheres russas que participaram da Segunda Guerra Mundial. Muitas delas com participação no front de batalha. São histórias de combatentes que virão de perto a morte. Os livros de guerra em geral são contadas sob o ponto de vista masculina, dos soldados, suas estratégias, manobras militares. 


Nesse livro não, são fatos narrados por mulheres que testemunharam in loco o terror do conflito. Seus sentimentos que foram abafados nos tempos de guerra, sua feminilidade que foi trocada pelo terror de tentar sair viva da grande guerra. Vaidades postas de lado, paixões deixadas para trás... 



São relatos fortes, muitas vezes tristes, com muito sangue, fome, desesperos. Outros relatos são de mulheres cheias de esperança e amor. Essas mulheres entrevistadas pela Svetlana calaram-se por muitos anos, depois que acabou a Guerra tentaram voltar a vida de esposa, mãe, filha e só desabafaram depois de muito tempo. Um livro para descobrirmos o outro lado da guerra. A jornalista Svetlana conseguiu extrair dessas mulheres histórias profundas, leves, divertidas, fortes, mostraram a alma.


Svetlana esteve na FLIP - Feira Literária de Parati e falou sobre os dois livros dela lançados pela Companhia das Letras (video aqui). E esteve também no SESC em São Paulo onde Svetlana falou com os leitores, vale a pena assistir os vídeos.


Sempre bom termos conhecimento da história mundial recente. Principalmente sob um novo olhar, das mulheres, sempre fortes e determinadas. 

Beijos literários
Adriana Balreira

Julieta - Filme do Almodóvar

Esse final de semana fui assistir ao file Julieta do diretor Pedro Almodóvar. Adoro os filmes do Almodóvar e fui sem saber do que se tratava a história. E sai encantada do cinema. Vejam nesse link a sinopse do filme.


A história é de uma mulher de meia idade que mora em Madri está se mudando para Portugal com seu namorado. Encontra na rua de Madri com uma amiga de infância de sua filha Antía e nesse encontro fica sabendo que sua filha está na Suiça e já tem 3 filhos. Sua filha a abandonou quando estava com 18 anos e fazia tempo Julieta não tinha notícias da filha. Diante dessa revelação, desiste de se mudar para Portugal e se muda para o antigo apartamento onde morava com sua filha, acende a esperança de reencontrar Antía. Decide escrever uma carta para a filha com as memórias do passado. Com isso o filme mostra Julieta na juventude, como foi o seu encontro com o Xoan pai de Antía e o motivo que levou a filha a desaparecer da vida dessa mãe.


Como sempre Almodóvar retrata tão bem o sofrimento e angustia das mulheres, sempre suas protagonistas. Suas paixões, suas tristezas, seus relacionamentos, seus arrependimentos. E nesse filme ele mostra tão bem o sentimento de culpa nas pessoas. O porquê do abandono da filha. De como essa mãe não soube como lidar com perdas. Filme cheio de mistérios, cores e a força da mulher.

Adoro o colorido das cenas, sempre vibrantes. Amo cores!! Até o livro que a Julieta está lendo combina com a roupa dela. Os vestuários sempre marcantes, amei o vestido da mãe da Julieta na foto acima, bem anos 70/80. Adorei as cenas de sexo no trem e no barco. A interpretação das duas Julietas é maravilhosa! Tudo perfeito. Filme que vale a pena assistir. ♥♥♥♥♥


Beijos cinematográficos
Adriana Balreira
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