Doces na TV #Netflix

Adoro assistir a programas de culinária na TV. E se for de doces ainda mais! E nessa época de eleições nada melhor que adoçar a vida maratonando várias séries no Netflix sobre doces e seus derivados!


1 - Sugar Rush - esse estou assistindo agora. Amando! São quatro duplas fazendo primeiro cupcakes e um doce livre em 3 horas, em cada prova uma dupla sai. E no final duas duplas fazem um bolo com duração de 3 horas mais o tempo que economizou nas duas primeiras provas. O apresentador é muito engraçado e os jurados são Candace Nelson que faz o Guerra dos Cupcakes (Discovery Home and Health), o Adriano Zumbo (australiano que faz doces lindos) e um jurado convidado a cada programa. Teve até um convidado brasileiro! Estou adorando os episódios. Lindas são as roupas da Candace Nelson! rsrs... Olha só o que eu reparo!


2 - Zumbo's Just Desserts - Esse eu assisti quando estava no Texas em março. Meu irmão assistia e acabei gostando da série. O Adriano Zumbo já tinha visto ele nos programas de Master Chef Austrália e já tinha visto as sobremesas lindas dele. Realmente são obras de arte. Não faria nunca!!! Mas fico babando com as perfeições. Nessa série são vários candidatos e a cada episódio sai um. Os confeiteiros são maravilhosos, pois conseguem chegar nas sobremesas propostas lindamente. Adorei!


3 - Nailed It - Nesse programa é o que mais me identifiquei...rsrs... Morro de rir assistindo. São propostos sobremesas e bolos para os competidores reproduzirem mas os coitados são mega amadores e nunca chegam nem perto do proposto!!! kkkkkk... Sai cada coisa medonha! Os jurados morrem de rir! A apresentadora é muito engraçada, tem cada tirada que ria sozinha assistindo! Bom demais, nesse me identifiquei! Comédia misturada com doces gostosos!!


Bom, tem mais shows e séries na TV com doces e mais doces... Mas esses são os meus prediletos sem ordem...rsrs... Vamos adoçar a vida sempre! Contem se vocês assistem algum desses programas e quais que mais gostam! E se tem mais algum que não conheço!

Beijos doces
Adriana Balreira

Trinta e poucos - Clube de Leitura Penguin #35

Para o mês de Agosto/2018, um mês sempre longo, cansativo e tumultuado, o Clube de Leitura Penguin escolheu ler o livro de crônicas, Trinta e poucos do autor Antonio Prata da Companhia das Letras.


Confesso a todos que nunca fui fã de crônicas. Aliás, crônicas, contos e poesias não são meus fortes. Gosto de me aprofundar mais nos personagens, nas histórias... Mas agora não é hora de discorrer sobre o meu gosto literário. Vamos voltar ao livro Trinta e poucos, amei!! São crônicas do dia a dia do autor. Com suas crônicas nos conectamos ao mundo e a família do Antonio Prata. E o mesmo faz com muito humor, leveza e sagacidade incrível. Dei muitas risadas, me identifiquei em outras tantas, algumas não gostei tanto. Mas são super bem escritas e sucintas. Sem rebuscamentos desnecessários que alguns autores inserem nas suas obras para se mostrarem mais intelectuais. Antonio Prata me ganhou na sua forma simples e inteligente de escrever.


É o tipo do livro que sempre bom ter em casa e pegar casualmente uma crônica para ler e se divertir. Um ótimo presente a qualquer tipo de leitor. Fiquei encantada, pois não conhecia sua obra. Gosto muito de autores brasileiros e era louca para ler um livro dele. Outro livro do Antonio Prata é o Nu de botas também da Companhia das Letras que ainda não li, mas já está na minha interminável lista de desejos. No Nu de botas, também crônicas, descrevendo mais sobre sua infância e adolescência. Já nesse Trinta e poucos, como o título já demonstra, são crônicas de sua vida adulta, sua esposa, seus filhos, seu trabalho... Vale muito a pena ler!


E como sempre nosso encontro do Clube de Leitura Penguin foi animado com cada um falando um pouco da crônica que mais gostou. Bom demais vê a visão do outro da leitura de um livro.

Beijos leves e literários
Adriana Balreira

Me perdendo no Pinterest

Quem nunca??? Domingo sem nada para fazer, resolvo entrar no Pinterest... Fazia tempos que não adentrava nesse site sinistro, um tipo de caverna do dragão. Sem querer cliquei em uma ilustração fofa e foi me levando a outras mais fofas ainda.


Com isso fui me envolvendo e descobrindo novas ilustrações com temas parecidos e me perdendo na imensidão do Pinterest e o tempo passando...


E várias figuras ternas e fofas foram aparecendo na minha tela e a doida das ilustrações meigas ia salvando tudo no computador e no próprio Pinterest


Vocês também se perdem no Pinterest? Eu sempre! As horas passam e lá estou eu salvando milhares de figuras que nem imaginava procurar inicialmente. 



Sim, pois entro para pesquisar receita de pão e quando menos espero estou vendo como tirar odores no banheiro ou molde de marcador de páginas... Não sabendo como cheguei e nem como saio desse emaranhado de imagens que pipocam no Pinterest.


Só sei que é muito gostoso se perder por lá. Vocês também gostam do Pinterest? Já me seguem por lá? Meu link de lá: Adriana Balreira . Eu adoro essas imagens fofas. Dá vontade de salvar tudo e ficar postando aqui várias... Deixem aqui como vocês estão lá no Pinterest para poder seguir vocês.

Beijos pinterescos
Adriana Balreira

Recebidos em Agosto #Companhiadasletras

Adoro quando o porteiro me avisa que chegou pacotinho da Companhia das Letras para mim. E essa semana chegaram 4 maravilhosos livros do grupo da Companhia das Letras


Vamos aos livros:

- Um artista do mundo flutuante - Kazuo Ishiguro
Masuji Ono, protagonista e narrador deste primoroso romance do vencedor do prêmio Nobel de literatura, é um homem de seu tempo. Pintor de grande renome do Japão antes e durante a Segunda Guerra Mundial, ainda jovem Masuji desafiou o pai para seguir a vocação artística e, durante seu desenvolvimento criativo, lutou contra as amarras da arte tradicional japonesa para dar lugar a uma produção propagandística a serviço de seu país. Usando a influência de que gozava perante as autoridades do governo imperial, Ono buscava ajudar pessoas de bem em situações menos favorecidas do que a sua. Ambientado nos anos imediatamente após a rendição, o romance descortina a vida de Masuji já aposentado, procurando entender as mudanças vividas pelo país e impressas na mentalidade da geração mais jovem, da qual fazem parte suas duas filhas. Ao procurar entender por que as negociações para o casamento da mais nova delas foram abruptamente interrompidas, o protagonista se vê levado a rememorar sua vida de artista e professor respeitado e a enfrentar a consequência dos próprios atos no destino de seus descendentes. Retrato comovente de um momento histórico cujos desdobramentos se veem até os dias de hoje, Um artista do mundo flutuante é também um poderoso romance sobre a velhice, a culpa e a passagem do tempo.


- De espaços abandonados - Luisa Geisler
Maria Alice é introspectiva e míope; muito míope. Sua mãe, que sofria de distúrbio bipolar, desapareceu sem deixar pistas, e Maria Alice está disposta a viajar o mundo para reencontrá-la. Posts em um blog sobre espaços abandonados e exploração urbana a levam a Dublin, onde passa a viver com brasileiros que decidiram ganhar a vida no exterior, mas que perderam (ou ignoraram) o rumo. Em sua incerta busca, ela acaba seguindo o próprio desejo de se perder. Ao mesclar cartas, trechos de livros, manuais de escrita, depoimentos e arquivos perdidos em computadores, Luisa Geisler costura a vida de uma série de brasileiros autoexilados na Irlanda, em busca de um futuro melhor, ainda que não saibam o que procuram. Este livro não traça apenas a jornada de uma mulher em busca da mãe. Ele refaz, também, a história de personagens perdidas, que buscaram uma vida melhor em outros países, mas acabaram reencontrando antigos problemas nelas mesmas. São pessoas que por anos ouviram histórias sobre ganhar em euro e a mítica da sorte irlandesa, mas que agora estão entre tentar achar uma forma de fugir da vida ou encará-la de frente.


- A criança no tempo - Ian McEwan
Numa ida rotineira ao supermercado, Stephen Lewis, escritor bem-sucedido de livros infantis, se depara com a maior agonia de um pai: Kate, sua filha de três anos, desaparece sem deixar rastros. Numa imagem terrível que se repete ao longo dos anos seguintes, ele percebe que a garota não vai voltar. Com ternura e sensibilidade, Ian McEwan nos leva ao território sombrio de um casamento devastado pela perda de um filho. A ausência de Kate coloca a relação de Stephen e de sua esposa Julie em xeque, enquanto cada um deles enfrenta à sua maneira uma dor que só parece se intensificar com o passar do tempo. Vencedor do Whitbread Award, A criança no tempo discute temas como ausência, luto, culpa e as marcas indeléveis que um acontecimento pode deixar em uma família. Um romance surpreendente de um dos melhores escritores de sua geração.


- Ciência na alma, Escritos de um racionalista fervoroso - Richard Dawkins
Apesar de abarcar três décadas de produção escrita, este livro não poderia ser mais atual e urgente, num mundo cada vez mais irracional e hostil aos fatos. Já na sua introdução apaixonada, Richard Dawkins faz um alerta insistindo para que a razão volte a ser protagonista e que os sentimentos — mesmo aqueles que não representam coisas abjetas como a xenofobia, a misoginia e outros preconceitos — fiquem de fora das escolhas eleitorais. Em mais de quarenta ensaios, artigos, palestras e cartas, recentemente revistos pelo autor, são escrutinadas uma série de questões, entre elas a importância das evidências empíricas, e há uma crítica enfática da má ciência, da presença da religião nas escolas e de movimentos como os que negam a gravidade das mudanças climáticas. Com o ardor de sempre, o cientista defende “a verdade sagrada da natureza” e homenageia as glórias e as complexidades do mundo natural com seu virtuosismo típico. Neste momento em que pessoas nos altos cargos dos governos questionam a evolução, Dawkins se pergunta o que Darwin pensaria de seu próprio legado e celebra a ciência, que possui muitas virtudes das religiões, mas está livre do lado negativo da superstição e do preconceito.


Já comecei a ler o do Kazuo Ighiguro e estou amando. Nunca tinha lido nada do ganhador do prêmio Nobel de Literatura de 2017. Quando acabar conto mais.

Beijos literários
Adriana Balreira

Frango com maionese e creme de cebola #Receita

Almoço de domingo rápido e fácil? Vamos lá com uma receita básica maravilhosa. Esse domingo minha mãe com preguiça de fazer almoço, cogitou comprar um frango assado para comermos. Eu até que gosto de frango assado, mas não estava com vontade. Aí lembrei de uma receita de frango fácil que fazia tempo que não fazia. Tinha sobrecoxas de frango no congelador e o restante dos ingredientes fui rapidinho no supermercado e comprei.


Ingredientes:
- Coxas e sobrecoxas, ou até filezinhos de peito de frango
- 1 vidro pequeno de Maionese
- 1 pacote de creme de cebola ou sopa de cebola Maggi ou outra marca.


Modo de fazer:

Mega prático, lambuzei as sobrecoxas na maionese e passei no pó da sopa de cebola. Só isso! Coloquei em uma forma e levei ao forno até ficarem coradas! Pronto! Só isso.


Tem receita mais fácil que essa? E as sobrecoxas ficam crocantes, saborosas... Uma delícia! Para não ficar só esse frango e arroz, aproveitei e fiz uma salada de cenoura agridoce que tem receita no blog. Almoço caseiro, gostoso e rápido. Prefiro mil vezes uma comidinha assim. 

Beijos salgados 
Adriana Balreira

O som e a fúria - Clube de Leitura Penguin #34

Mais um mês de Clube de Leitura Penguin. E a leitura da vez foi o premiadíssimo livro O som e a fúria do ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1949, Willian Faulkner! Já tinha tentado ler esse livro e tinha desistido. Mas como era livro para o Clube de Leitura me concentrei somente nele para finalizar a tempo.


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Vamos ao livro! Uma família americana sulista na beira da decadência. Pais ausentes, a mãe vive doente em cima de uma cama. O pai pouco aparece na trama e para fugir dos problemas se refugia no álcool. Quatro filhos, o Benjy, o mais velho com problemas cognitivos, Quentin, Candace e Jason. O livro é dividido em 4 partes. A primeira é narrada pelo Benjy no ano de 1928. Uma narrativa de fluxo de consciência onde mistura o passado e presente as vezes na mesma frase. São 78 páginas um tanto confusas onde nos são apresentados os personagens por esse narrador tão peculiar. Vamos ao pouco nos conectando com os problemas dessa família. A leitura dessa primeira parte é um tanto difícil. Leiam e sigam porque uma hora tudo fará sentido. 

Na segunda parte será a vez do Quentin narrar. Agora o livro voltará no ano de 1910. Quentin está estudando em Harvard e sua narrativa segue a linha de fluxo de consciência. Nesse capitulo é mais fácil de ler e dá para ter mais conhecimento dos problemas da família Compson. 

Na terceira parte volta para o ano de 1928 e será narrado pelo Jason, filho mais novo dos Compson. Narrativa bem mais fácil, mais claro e conciso. E muitos dos questionamentos do livro serão revelados nessa parte. Jason é muito cruel. Personagem amargo demais!!! Raiva dele! 

Na quarta parte será a vez de um narrador na terceira pessoa. E será dada a sequência dos fatos do livro. Aqui a família negra empregados da família serão os protagonistas. Dilsey, a empregada que cuidou dos meninos e esteve sempre presente nas primeiras partes, nesse capítulo ela e seus filhos terão um pouco de voz no livro.


Livro pesado. Uma família totalmente desajustada, pais ausentes. Personagens fortes, perversos. Livro difícil de entender, pois só com o passar dos capítulos que dará para compreender os pontos abertos na obra. Não que seja explicado, mas é jogado para que o leitor possa fazer os encaixes da trama. Nesse livro tem de tudo, um possível incesto, roubo, gravidez indesejada, suicidio, fuga, racismo... Uma miscelânea dos piores problemas. Uma verdadeira aventura conseguir transpor a leitura desse livro denso e forte. Não é fácil passar pelas 78 primeiras páginas. Lia e não conseguia entender a profusão de pensamentos do Benjy. A partir da segunda parte o livro flui e você não quer mais largar. 

Só digo que não desistam do livro. É um livro perfeito. O Willian Faulkner arrasou com tanta podridão num só livro. rsrs... Amei o livro!!! E a edição da Companhia das Letras está perfeita! Gostaria de falar mais sobre o livro, mas o post iria ficar gigantesco, então foi aqui só uma pincelada sobre essa obra de arte. E sobre o encontro no Clube de Leitura Penguin como sempre foi maravilhoso! 

Beijos literários 
Adriana Balreira

Dadinho de Tapioca #Receita

Sempre que comia um Dadinho de Tapioca sentia aquela vontade de um dia quem sabe também fazer. E essa semana na timeline do meu Twitter (@adrianabalreira) a @luferreira postando um video no YouTube com a receita de Dadinho de Tapioca! Lógico que fui lá assistir e pronto! Fui no supermercado comprar a tapioca granulada para poder fazer nesse final de semana. E voilá!!! Deu certo! Pensei que fosse mais complicado, mas mega fácil!


Ingredientes:
- 1 pacote de 250g de Tapioca Granulada (não é a goma para fazer a tapioca de frigideira, é a granulada, que parecem isopor!!) 
- 500ml de leite
- 250g de queijo coalho
- Sal a gosto

Modo de fazer
- Colocar o leite na panela e levar ao fogo até quase ferver. Deixar bem quente. Em uma tigela colocar a tapioca granulada e junta com o queijo coalho ralado. Ralei no ralador grosso. Mistura bem e adiciona o leite quente e mexe bem. Prove antes de adicionar o sal. Meu queijo coalho não era tão salgado, então adicionei sal. 


 Depois que o leite tiver incorporado bem na mistura, colocar em uma forma com filme plástico.


Para que o filme plástico grudar na forma passei um cadinho de óleo na forma. Assim deu para colocar a mistura por cima do filme plástico e depois cobri com mais filme plástico e coloquei na geladeira. Fiz isso no sábado á noite.


No domingo pela manhã já bem consistente, cortei em quadradinhos e fritei no óleo quente! Pronto!




Servi com geleia de pimenta e ficou uma delícia.

Considerações finais:
- Achei que faltou sal no meu dadinho. Da próxima vez colocarei além do queijo coalho um pouco de queijo parmesão.

- Deixei o meu leite ferver, então achei que a tapioca desmanchou. Então, prestem atenção, não deixem ferver!!!

-  Coloquei uma colher de manteiga no meu leite quente, pois uma paraense me falou que colocava na receita dela de Dadinho de Tapioca.

- Da próxima vez irei assar no forno para vê se fica tão bom quanto o frito.

Fácil, gostoso e uma ótima entrada!

Beijos com gosto de tapioca
Adriana Balreira
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