Fahreinheit 451 - Resenha

Adoro o genêro literário Distopia, que é aquele tipo de livro que descreve um mundo imaginário, geralmente em um futuro distante, com governos autoritário e a população separada em castas. E esse ano resolvi que iria ler as três distopias clássicas: 1984, Fahrenheit 451 e Admirável Mundo Novo. Comecei pelo 1984 e amei, aqui tem a resenha que fiz. E dessa vez li o Fahreinheit 451 do Ray Bradbury escrito em 1953.

O livro conta a história de um bombeiro Guy Montag cuja função era de queimar livros. Sim, o ofício de bombeiros nesse mundo imaginário era de queimar todos os livros que encontrassem pela cidade. O governo não permitia que nenhum cidadão tivesse acesso ao conhecimento dos livros. Ninguém questionava essa decisão e os bombeiros só obedeciam. Montag nem ao menos tinha a consciência que um dia os bombeiros apagavam os incêndios. Ele era casado com Mildred mas nem lembravam de onde se conheciam, não tinham nenhum afeto um pelo outro. Mildred passava o tempo a ver TV, interagindo com os programas junto com as amigas. 

Um certo dia Montag conhece Clarisse que é uma jovem questionadora. Clarisse pergunta a Montag se ele não lê os livros que queima, e com isso começa a colocar ideias na sua cabeça. E Guy desperta para a importância dos livros. Constata para um livro existir, um autor teve todo um trabalho de colocar suas ideias e enredos em um papel. Por trás de um livro tem um ser humano como ele. Ele começou a se questionar sobre o que os bombeiros faziam era legítimo. Montag rompe as regras dos bombeiros e furta alguns livros e lê. Com esse gesto se torna um questionador e é denunciado aos bombeiros e é perseguido. Sua esposa é a primeira a abandona-lo. Foge e conhece pessoas amantes dos livros como ele e que também são foragidos. 


Além do livro, tem o filme de François Truffaut de 1966 que ainda não assisti. O livro critica a repressão política e a superficialidade das pessoas. O culto pela TV e a imagem. O perigo que os livros são para o governo. Qual o governo quer o seu povo sábio e com educação??? Nenhum! Livro mesmo tão antigo ainda tão atual! E fico imaginando um mundo sem livros, que tristeza seria.

Beijos literários
Adriana Balreira


7 comentários:

Pedrita participou com o comentário número:

eu amei o filme. o livro não li. beijos, pedrita

Rosa Paula I Le Paquet participou com o comentário número:

Oi, Adriana! Distopia não é muito a minha praia, mas os clássicos são muito o meu gênero, então acho que vou colocar esse na fila. Adorei essa resenha!
Tenha uma ótima semana!

Andréa participou com o comentário número:

Adriana querida,
Realmente o mundo sem livro seria uma tristeza, a falta de conhecimento seria total!
O livro deve ser muito bom, gostei a resenha, fiquei interessada em ler.
Tem livros que a gente degusta esse é um deles.

Bjs, ótima semana! ♥

Berço do Mundo participou com o comentário número:

Olá Adriana. Das 3 distopias que refere, só não li esta que mereceu a sua resenha. A história parece interessante. Vou espreitar as suas considerações sobre o 1984.
No Berço, estamos a viver uma série sobre a China.
Beijinhos, uma linda semana
Ruthia d'O Berço do Mundo

Betty Gaeta participou com o comentário número:

Oi Adriana,
Li e amei este livro, mas não sabia que tinha filme! Vou procurar.
Bjs

Neli Rodrigues participou com o comentário número:

A primeira distopia que li foi Admirável Mundo Novo, levei um choque ao ver que ele foi escrito em 1932 e era tão atual (eu li em 1991...abafa!).
Mas, eu não gosto mto de distopia, me deixa meio deprimida.
Só que vira e mexe tô com um livro deste gênero na mão, pois nos fazem pensar.
Bjs

Lulu on the sky participou com o comentário número:

Já ouvi falar do filme. Mas não li esta obra e nem vi o filme
Big Beijos
Lulu on the Sky

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Olá, adoro ler os comentários que vocês deixam.
Beijos
Adriana Balreira

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